segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

CANTO DE NATAL

Esta poesia de Manuel Bandeira vai direitinha para a nossa irmã Gaivota do Sul como resposta ao "NATAL DE ELVAS" que nos enviou . Um FELIZ NATAL para si e toda a sua gente e até ao ANO NOVO

O nosso menino
Nasceu em Belém.
Nasceu tão-somente
Para querer bem.

Nasceu sobre as palhas
O nosso menino.
Mas a mãe sabia
Que ele era divino.

Vem para sofrer
A morte na cruz,
O nosso menino.
Seu nome é Jesus.

Por nós ele aceita
O humano destino:
Louvemos a glória
De Jesus menino.

5 Comentários:

Às 22 de dezembro de 2008 às 23:51 , Anonymous Anónimo disse...

Pequenino está deitado


Pequenino está deitado
Em palhinhas, Deus infante
Ai! Não há no céu estrelado
Astro de oiro mais brilhante

Correi pastorinhos
Depressa a Belém
Co’a alma em carinhos
Por Deus nosso bem

Oh! Levai-lhe cordeirinhos
Todos brancos de candura,
De lã branca, com arminhos,
De olhos meigos de ternura.

Mais que a estrela do Oriente,
Mais que o oiro dos Reis Magos,
Jesus preza o inocente
E dos pobres quer afagos.

 
Às 22 de dezembro de 2008 às 23:53 , Anonymous Anónimo disse...

Quando cai neve


Quando cai neve
Dizem que é Natal
E que vão chegar as prendas
Pobre de mim
Que vive ao pé do mar
Onde o sol desfaz as lendas

Dling, dling, dlão, dling, dling
Dling, dling, dlão, dling, dling

Dizem que o sol
Para não se constipar
Se esconde aqui pertinho
Vou logo à noite
Sem o acordar
Vesti-lo de branco lindo

Dling, dling, dlão, dling, dling
Dling, dling, dlão, dling, dling

 
Às 23 de dezembro de 2008 às 00:00 , Anonymous Anónimo disse...

Um pastor vindo de longe


Um pastor vindo de longe
À nossa porta bateu
Trouxe recados que dizem
O Deus menino nasceu.

Este recado tivemos
Já meia noite seria
Estrelas do céu lá vamos
Dar parabéns a Maria.

Vamos ter com os mais pastores
Não se percam no caminho
Vamos todos e depressa
Visitar o Deus Menino.

Ai, que formoso Menino!
Ai, que tanta graça tem!
Ai, que tanto se parece
Com sua Senhora

 
Às 23 de dezembro de 2008 às 10:06 , Anonymous Anónimo disse...

O grande poeta Bocage mais actual que nunca!
Ah, grande Bocage!!


Baixa, de olhos ruins, amarelenta,
Usando só de raiva e de impostura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Um mar de fel, malvada e quezilenta;

Arzinho confrangido que atormenta,
Sempre infeliz e de má catadura,
Mui perto de perder a compostura,
É cruel, mentirosa e rabugenta.

Rosto fechado, o gesto de fuinha,
Voz de lamento e ar de coitadinha,
Com pinta de raposa assustadinha,
É só veneno, a ditadorazinha.

Se não sabes quem é, dou-te uma pista:
Prepotente, mui gélida e sinistra,
Amarga, matreira e intriguista,
Abusa do poder... e é MINISTRA.


QUEM É?

 
Às 23 de dezembro de 2008 às 12:39 , Blogger Gaivota Maria disse...

Caro Anónimo
Bom retrato da Ministra. Confesso que já estou cansada deste bate boca. Será por estar aposentada? Obrigada pela colaboração porque nada como estar informada

 

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