sábado, 31 de maio de 2008

NOITE SOBRE A CIDADE



E, de repente,
O dia se fez noite,
O perto misturou-se com o longe,
E as formas esbateram-se
Deixando entrever
As luzes da cidade
Como personagens
De um cenário irreal.
Apenas a cortina branca refulgia na escuridão
Como asas brancas de uma gaivota
Perdida no tempo e no lugar.
Apaguei a luz
E esperei, em sono de paz,
Que o dia voltasse a nascer.

Gaivota sobre a cidade

3 Comentários:

Às 31 de maio de 2008 às 21:23 , Anonymous Anónimo disse...

Concorência desleal.Está um espanto,a pintura e o texto.A preguiça tem que acabar,vou virar-me para a fotografia,vais ver...
Não gostaste da descontrução do teu poema?


MARIA,MARIA

 
Às 1 de junho de 2008 às 22:29 , Blogger Gaivota Maria disse...

Claro que gostei de desconstrução. Mas tens que confessar que o tempo livre me inspirou. E tenho mais, Mimi. Vou-te fazer uma raiva...

 
Às 1 de junho de 2008 às 23:05 , Anonymous Anónimo disse...

Já estou com raiva,mas...que seria de ti sem essa raiva!Trabalho de casa-vais arrasar.Será que vale?Surpresa!!!


MARIA,MARIA

 

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